
Assaltos
e vandalismos preocupam moradores de Nova Parnamirim
O
crescimento desenfreado da violência, tem deixado os moradores
da cidade de Parnamirim preocupados, pelo menos é o que dizem
os entrevistados pela equipe do Jornal Metropolitano.
Dos dez entrevistados, apenas um disse que não está
temoroso com a situação atual. Todas as pessoas questionadas
são moradores, trabalham ou freqüentam Parnamirim.
Nas proximidades da Avenida Bel Cabral, uma reclamação
é constante: a presença de roubos por motoqueiros.
Aproveitando as facilidades que a motocicleta oferece, duas pessoas
abordam as pessoas que estão passando. O da frente pilota
a moto, o de trás realiza o assalto propriamente dito.
Embora o perigo ronde todas as horas do dia, o medo maior é
à noite, pois devido a pouca iluminação e menor
movimento, os bandidos tem mais facilidade para atacar sem serem
percebidos. A gerente Rosilda ferreira é uma das pessoas
que confirmam a estatística. Ele fala que a situação
está precária demais.
Para Rosilda, nas proximidades da Cosern, nos horários das
18h30 até às 21h, a região se torna muito perigosa.
A solução para o problema, segundo a gerente, seria
mais polícia nas ruas. Só assim os bandidos seriam
inibidos.
A estudante Renata Luiza, que reside em Nova Parnamirim, fala que
os estudantes saem do colégio CELM em direção
as suas casas somente em grupos, para tentar diminuir a incidência
de roubos, mas ainda sim, os bandidos agem. Segundo ela, além
dos celulares, eles também roubam os tênis dos estudantes.
Para Renata, as ruas pouco iluminadas e a falta de uma ronda policial
no local facilita a ação dos marginais.
Porém, não é só celulares que os bandidos
visam. Outra moradora da região, Domingas Silva, falou que
sua casa foi assaltada e que a polícia só chegou duas
horas depois. Quando chegou, porém, foi com um grande aparato
de viaturas. Domingas falou inclusive que um dos políciais
alertou ela de que se ouvisse a propaganda "tá melhor"
na televisão, não acreditasse. Para a sua amiga, Tânia
Maria, o que precisa é mais prevenção, viaturas
circulando. Pois para ela, a corporação só
aparece depois que acontece o crime.
Segue abaixo outros depoimentos a respeito da situação
da violência
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